No que respeita a estratégias de resolução de conflitos podemos identificar dois grandes grupos: Estratégias centradas nos indivíduos e nas relações interpessoais e Estratégias centradas nos sistemas.
Entre as estratégias centradas nos indivíduos e nas relações interpessoais destacam-se: Mediação de pares, compreensão dos conflitos pela sua inclusão nos currículos e os programas para jovens em risco baseados na teoria da vinculação.
No que respeita às estratégias centradas nos sistemas existem inúmeras propostas que apresentam objectivos de desenvolvimento pessoal e social e desdobram a intervenção em diferentes níveis:
1- O programa Resolving Conflict Creatively Program de Selfridge aponta como alvos da sua acção «todos os intervenientes directa ou indirectamente implicados no sistema escola» ( Costa & Matos, 2007:86).
2- A proposta de Pianta de um modelo conceptual que parte da analogia entre o sistema relacional na escola (professor-aluno) e o sistema relacional na família (pais-criança), para procurar compreender como estes dois sistemas se relacionam e como gerem as influências externas.
3- A proposta de Coleman e Deutsch de um modelo que propõe a intervenção em diferentes níveis de análise: disciplina, currículo, pedagogia, cultura escolar e comunidade.
Bibliografia:
Costa. M.E. & Matos, P.M. (2007), Abordagem sistémica do conflito, Lisboa: Universidade Aberta
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